Posted by : Killer Nov 3, 2019


E aí pessoal?! 8 MESES! 8 MESES SEM CAPÍTULO SENHOR KILLER?! Beirando os 9!

EITA CRISES! MAS VOLTEI! EU DISSE QUE IA TERMINAR KANTO, NÃO DISSE! Pode demorar, mas vou terminar! Peço perdão pela demora!

Confesso que há muito tempo eu estava escrevendo esse capítulo e o inicio dele não estava me agradando... Algo não parecia certo, mas algumas pessoas (Valeu Dento e Star) disseram para continuar e eu continuei, e acho que o conjunto da obra, valeu a pena. Obrigado pessoal.

Queria agradecer também ao Diego Chinatsu (Saiko) pela arte da pintura rupestre do Mew, que foi feita sob encomenda para esse capítulo. Cliquem aí no link e sigam ele no instagram de desenhos para dar um apoio.

Começamos com o Red preso no loop pela sua derrota e eu quis descrever uma pequena crise de ansiedade. Nas versões anteriores ele teria uma crise maior aqui, mas eu acabei cortando até ele "só" socar a parede.

Vou interromper o assunto aqui para falar que: Galera, se você tá lendo isso e você se identifica de alguma forma com esse tipo de ação ou pensamento do Red, você não precisa achar que tem que resolver isso sozinho como ele, tá? Procure seus amigos e ajuda profissional. Não fomos feitos para resolver nada sozinhos. Se precisar de alguém para desabafar, clica ali no nosso discord que tenho certeza que vai achar alguém receptivo a te ouvir.

Voltando ao assunto do capitulo, estive conversando com o Dento sobre a diversidade de cultura no mundo Pokémon ser tão vasta quanto no nosso, e desse jeito, as religiões também. As pessoas lá podem explicar o mesmo fenômeno das mais variadas formas, e nesse capítulo vocês puderam ver a Janine explicando os tipos dos Pokémon através de uma forma equivalente do Taoismo. Espero que vocês achem interessante essa forma de diversidade cultural no mundo que estamos criando.

E aqui temos o primeiro encontro com a escusa Equipe Rocket. Acho que não spoiler nenhum falar aqui que sim, eram eles. Apesar de que nos jogos demora mais um pouco para encontrá-los, eu dei uma apressada por aqui nas terrinhas de Kanto.

Invasão ao Museu de Pewter, e uma pequena luta contra o trio principal. Temos um show da Janine, a Yellow tentando se esforçar com sua Pichu, e o Red sendo posto a prova mais uma vez, e agora a Weedle evoluiu para proteger seu treinador! Nos planos originais, o Rattata evoluiria aqui pra se desculpar por perder no ginásio, mas eu achei que seria muito rápido para um Rattata evoluir. A Weedle faz bem mais sentido. É um Pokémon que evolui rápido, e na mente dela, ela ainda não fez nada para se desculpar pelo envenenamento.

E o Red agora viu que o Brock é superior né? A Janine disse que ele vai precisar usar o Mankey, então ele tem que aprender a usar o Mankey, e aqui temos Mankey sendo usado, não sem dar uma porradinha no Red! AUSHAUHSAUSHAUSH.

Antes de terminar o cap, Brock chama o Red para uma revanche. Ele viu que o Red soube se portar naquela situação. É o minimo de evolução que ele precisa para enfrentar o cara que esmagou seu Pikachu no capítulo anterior. Afinal, ele tava lutando contra TERRORISTAS.

E assim, começamos a espalhar a destruição por Kanto, como muitos me cobraram. Terminando o capítulo com o museu destruído.

E por falar em museu destruído, eu já pensava em fazer essa invasão desde que escrevi o plot todo de AeK, mas alguns meses depois que entrei para a Aliança, e mais de um ano atrás, no dia 02/09/2018 foi quando aconteceu o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. O museu é a instituição cientifica mais antiga do Brasil, e contava com coleções de botânica, paleontologia, arqueologia e artes, geologia e astronomia (até onde eu sei, talvez até mais).

O fóssil mais antigo do Brasil estava no museu na noite do incêndio, e inclusive era um fossil que pode mudar a forma que vemos a chegada dos humanos na América do Sul. Pelo que eu ando acompanhando, 80% do material do fóssil foi recuperado, mas nada será com foi.

As perdas para a ciência não podem ser calculadas. Pesquisas estavam sendo desenvolvidas lá. Como eu quis mostrar neste capitulo, Museus não são apenas lugares de exposição. São locais onde pesquisas e descobertas são feitas. Os objetos ali são estudados e analisados todos os dias. Pesquisadores fazem novas perguntas. Como eu disse no primeiro capítulo através do Professor Carvalho: Ainda faltam muitas coisas para serem descobertas. Não podemos nos dar ao luxo de perder uma parte importante do nosso passado.

O Museu Nacional não foi a primeira vez que perda de material aconteceu no Brasil, e aparentemente não será a ultima. Por isso eu venho aqui tentar falar um pouco sobre isso. Desculpem se está um pouco chato, aushaushaushaushaush.

Mas você já foi a um museu local nos últimos tempos? Procurou alguma exposição do seu interesse?
Nem sempre museus são locais chatos onde você só olha objetos e sai andando. Procurem locais com guias, onde eles possam te explicar a história por trás de cada objeto. Ou se você não gosta de velharia, que tal um museu espacial, um observatório, ou até mesmo um museu de tecnólogia? Tem para todos os gostos? Eu mesmo já fui para um museu que foi o primeiro hospital da minha cidade, e falava muito sobre como era a saúde publica e privada da época em que foi criado até os dias de hoje.

Para encerrar o assunto, vou deixar aqui alguns videos de referencia sobre assunto que talvez (com certeza) falem do tema melhor do que eu.

O Passado perdido do Museu Nacional - Nerdologia

O nosso Museu Nacional - Nerdologia

Este lugar é uma máquina do tempo incrível - Atila Iamarino

Até o próximo capitulo pessoal!
Smell ya latter!

Leave a Reply

Subscribe to Posts | Subscribe to Comments

- Copyright © 2018 Aventuras em Kanto - Escrito por Killer of Murder - Powered by Blogger - Designed by CanasOminous -