Posted by : Killer Feb 9, 2019

No meio do caminho, havia um Onix


Janine não parava de tagarelar a respeito de terem de chegar à próxima cidade antes do anoitecer. Talvez por isso o sol tenha demorado um pouco àquele dia para se pôr para assisti-los sair da floresta e cruzar a fronteira entre o norte da Rota 2 e a cidade de Pewter.

Apesar de ser maior que Pallet, Viridian ainda era uma cidade do interior, considerada pequena para os padrões de Kanto. Não que Pewter fosse uma megalópole, mas já era considerada uma “cidade grande”, apesar de ainda não ser comparada à sua capital, Saffron. Conforme avançavam pelas ruas da cidade, o trio era recebido por brilhantes estrelas que anunciavam a chegada da noite, com luzes de certos comércios locais cujo atendimento certamente continuaria por mais algumas horas se acendendo aos poucos. Ao longe, um espetáculo luminoso chamou a atenção dos jovens viajantes. Colunas de fótons subiram aos céus iluminando uma enorme estrutura de granito na cidade. Esculpido em alto relevo, via-se escrito “Mouseio de Pewter”1. Aquela grande construção tomava grande parte do espaço urbano da cidade e parecia ser um grande orgulho local.

— Olha, o museu! Será que está aberto agora? — comentou Janine apontando para o ponto turístico ao longe com empolgação.
— Hoje não, Janine — respondeu Red, com o exato oposto da empolgação da companheira. — Acabamos de sair da floresta e já é noite. Que tal irmos para o Centro Pokémon e dormirmos um pouco?

A ninja retorceu o nariz como sinal de desgosto, mas Yellow argumentou a favor de Red, lembrando que ele acabara de se recuperar de um envenenamento. Janine pareceu se dar por vencida e, ainda que a contragosto, concordou.

— Mas lembrem-se de que eu sou a mais velha aqui, vocês me devem obediência! Amanhã eu farei nosso tour pela cidade, vocês vão se divertir horrores andando comigo, guris!

Red abriu um sorriso amarelo e seguiu as placas rumo ao Centro Pokémon. Yellow ouvia atenta e ansiosamente os planos dos passeios que fariam no dia seguinte, que envolviam tomar sorvete, comer pizza, visitar o museu e conhecer a loja de ervas local.

Logos eles chegaram ao Centro Pokémon e pediram um quarto para três. Mas um problema antigo se repetia: Yellow não possuía a licença de treinador, e dessa vez o regulamento tinha sido modificado, agora apenas treinadores com tal documento poderiam ser abrigados. Red logo associou que a mudança provavelmente ocorreu por conta de sua pequena intervenção no Centro Pokémon de Viridian para que tratassem a amiga.

— Como assim a Yellow não tem uma licença?! — exclamou Janine, chamando a atenção das pessoas que estavam no hall de entrada, o que fez Yellow se encolher em seus próprios ombros.
— Quer fazer o favor de falar baixo? — pediu Red, olhando feio para a garota — Agora a gente tem que pensar onde que vamos passar a noite.
— Aqui, é claro — a ninja encarou o garoto, incrédula. — É só você ligar para quem fez a sua e pedir para fazer a dela. Quem fez a sua?
— Janine! Você é genial! — comentou o menino erguendo as sobrancelhas e abrindo um largo sorriso, como se algo que estivesse invisível em sua frente finalmente se revelasse.
— Isso eu sempre soube. — respondeu a ninja sem mudar sua expressão séria. — Mas então, você vai pedir ou não?

Red então correu para um dos telefones do Centro e ligou para o laboratório do Professor Carvalho. Por sorte ele ainda estava lá, trabalhando em algum de seus experimentos. O garoto apresentou suas companheiras de viagem e o velho cientista ficou muito feliz.

— Viajar sozinho não tem a menor graça. Com os amigos tudo fica mais divertido! — comentou.

Red então explicou a situação de Yellow, desde o encontro em Viridian até à história no Centro Pokémon. No entanto, quando Carvalho pediu os dados da garota, ela paralisou.

— Qual é o meu sobrenome...?  Eu não sei... — disse a loira, estática.

Red, Janine e até o Professor Carvalho, pela vídeo-chamada, encararam a garota, surpresos.

— Como assim você não tem sobrenome, Loira? Você tá zoando, né? Todo mundo tem! — exclamou Janine, novamente num volume de voz muito além do aceitável, com as pessoas ao redor olhando o trio, visivelmente incomodados, para vergonha de Red.
— Eu não posso fazer sua licença se você não tiver um sobrenome... Afinal, é um documento — avisou Carvalho.

Yellow ficou cabisbaixa.

— Acho que valeu a tentativa... — murmurou a garota.
— Isso não vai ficar assim. Professor, use o meu sobrenome.

Agora, Red, Yellow e o Professor Carvalho olharam surpresos para a ninja.

— HEIN?! — agora foi Red que berrou. A Enfermeira Joy olhou para o garoto, zangada.
— Se vocês não falarem mais baixo, eu vou desligar essa ligação! — reclamou ela.

Janine ignorou completamente o pedido da enfermeira.

— Professor, use o meu sobrenome.
— Mas você tem certeza? Isso seria falsidade ideológica, não? — Samuel parecia preocupado.
— Tá tudo de boa. Eu sempre quis ter uma irmã! — Janine passou o braço direito pelos ombros de Yellow e a abraçou sorrindo, deixando a garota morrendo de vergonha.

Professor Carvalho hesitou por um instante, até que aceitou, sob sigilo absoluto do trio. Ao pedir o sobrenome de Janine, o velho cientista soltou uma exclamação.

— Janine, seu pai... Seu pai é o...
— SIM! MEU PAI É UM NINJA! NIN-JA! LEGAL, NÉ? UM NINJA! EU SEI! — Janine tentou cobrir a voz do cientista na chamada com a sua própria voz, balançando os braços na frente da tela tentando tirar a atenção de Red e Yellow.

Samuel Carvalho notou o nervosismo na voz da garota e logo mudou de assunto.

— Isso, um ninja... Ouvi falar bastante dele — e desviou o foco da conversa digitando em seu computador.

Após alguns minutos, uma licença de treinador com a foto de Yellow foi impressa em uma das maquinas do Centro Pokémon. Os olhos da garota brilhavam ao ver a cartão plástico em suas mãos e agradecimentos não faltaram para o cientista. Agora ela oficialmente fazia parte do mundo de Red e poderia viajar com ele. O trio voltou até a recepção e pediram um quarto triplo, o que agora foi aceito pela Enfermeira Joy.

Eles subiram até o segundo andar e foram para o quarto. Yellow então percebeu que o quarto triplo significava que dormiriam todos juntos e dividiriam um banheiro quando se deparou com o cômodo pequeno sendo preenchido por uma cama, um beliche e uma mesinha de cabeceira, com espaço suficiente apenas para que as pessoas pudessem transitar até o banheiro de dimensões igualmente pequenas.

Red se desfez do peso da mochila e despiu a jaqueta, colocando as duas ao lado da cama e sentando sobre o colchão, esperando ver quem iria tomar banho primeiro. Janine logo pegou uma muda de roupas em sua mochila e a jogou em direção a cama superior do beliche e foi até o banheiro.

— Valeu, Yellow — comentou Red, quebrando o silêncio que tomara conta do quarto após algum tempo após Janine ir se banhar.

A loira parecia surpresa e confusa. Não esperava um agradecimento ali. Ela não sabia o motivo daquelas palavras. O garoto percebeu o olhar confuso da companheira.

— Lá na floresta. A Janine fez o antidoto, mas você que saiu sozinha procurando alguém pra me salvar. E enfrentou as Beedrill! Valeu mesmo.

A garota corou as bochechas. Encarou Red e ele estava sorrindo. Ela desviou o olhar e fitou o chão de madeira do quarto. Estava envergonhada, mas ao mesmo tempo feliz de ser reconhecida pelos seus atos.

— Você faria o mesmo por mim, Red — respondeu ela com um sorriso discreto.
— Claro! Eu falei que ia te proteger e essa promessa não ficou só em Viridian — afirmou o garoto, se levantando para abraçar Yellow. Ela recebeu o abraço e retribuiu carinhosamente, afundando o rosto em seu ombro, feliz por ele estar vivo.
— Seu cabelo tá todo zoado — riu Red no meio do abraço passando a mão na cabeça da garota, não conseguindo manter a seriedade da situação. — Ó, tem grama da floresta de Viridian aqui — comentou se afastando e mostrando umas folhas que ele tinha retirado do cabelo da garota.

Yellow começou a passar as mãos pelo cabelo tentando tirar os resquícios dos dias que dormiu ao ar livre, diretamente na grama na floresta.

— Não... é que... Eu dormi no chão esses dias... A gente não tinha onde dormir, e você... Ai Red, me ajuda aqui!

O garoto hesitou, mas então se posicionou atrás dela e fez menção para que ela se sentasse e então começou a passar a mão no longo cabelo loiro de Yellow, retirando tudo que havia restado das noites anteriores. Ele não sabia se estava fazendo certo. Em Pallet ele sabia que algumas garotas, como Daisy, eram vaidosas com seus cabelos e que por qualquer coisinha elas se irritavam, então ele mantinha cautela, mas só porque não via o rosto de Yellow que sorria com o agrado carinhoso que recebia.


A porta se abriu, e o calor invadiu o quarto devido ao vapor que saia do box do chuveiro.

— Desculpa atrapalhar o casalzinho aí, mas o banheiro tá livre e tomem logo seus banhos que eu quero dormir — ordenou Janine entrando no quarto vestindo um kigurumi temático de ninja, com bordados de um Zubat e um Bellsprout no peito.
— Casalzinho? — questionou Red para Janine enquanto Yellow já entrava no banheiro e se despia — Pera aí... Esse é seu pijama?
— Pijama! — gritou Yellow abrindo uma fresta da porta do banheiro. — Eu não tenho outra roupa para dormir!

Janine tirou de sua mochila um short preto e uma regata lilás com a estampa de um Koffing azulado onde estava escrito “SMOKE BOMB” e entregou para sua companheira pela fresta da porta.

— O que vocês fariam sem mim... — disse enquanto a loira agradecia imensamente pelas roupas emprestadas. — Lembrem de colocar as roupas para lavar, caso contrário vamos ficar de pijamas o dia todo amanhã!

***

A noite passou tranquila. Apesar de falar várias vezes como era desnecessário o uso de um colchão macio, no fundo Janine gostava da ideia de finalmente estar dormindo em um após passar dias na floresta, e se deixou dormir rapidamente. Red foi levar as roupas para a lavanderia após o banho e aproveitou para pedir uma checagem para os médicos contando do acidente com o Weedle selvagem, mas os exames não detectaram nada errado e as enfermeiras comentaram que os primeiros socorros que deram a ele foram de primeira, então ele decidiu voltar para o quarto e dormir também. Neste momento, Yellow já havia cansado de esperar e já estava em seu sétimo sonho.

***

O primeiro raio de sol que passou pela janela despertou Janine, que abriu os olhos e exatos dois segundos depois saltou da cama superior do beliche pousando com um baque seco no chão que fez Yellow e Red acordarem com o susto.

— Hora do banho moçada! Vamos, vamos! Peguem as roupas e esperem sua vez! — comandou a ninja como se estivesse em um acampamento militar, indo para o banheiro primeiro, já que se considerava a líder.

Após o momento da higienização, o trio foi até o refeitório e se fartou com pão, ovo mexido, salsicha e raízes. Yellow estava animada de ver tanta comida, mas ao mesmo tempo se continha por não saber como comer no meio de tantos treinadores que estavam presentes no local. Red disse para escolher algo para ela comer primeiro e atacar, Janine simplesmente disse para misturar tudo numa garfada e sentir o gosto. Ela ficou mais confusa e decidiu alternar.

Eles esperaram o café da manhã ficar confortável no estômago antes de se levantarem em direção à recepção do Centro Pokémon. Janine se negava a pedir informações, mas Red e Yellow achavam melhor que alguém da cidade passasse as informações locais para eles.

A recepcionista falou que eles poderiam fazer uma visita ao Museu Nacional da Ciência, também conhecido como Museu de Pewter, o orgulho da cidade, além de visitar o campo de flores que era cuidado pelos próprios moradores.

— Vocês também podem marcar uma visita guiada pela antiga pedreira que antigamente era uma grande empresa. E temos a nossa grande marca: o ginásio local! — comentou a recepcionista.

Eles sentaram nos puffs perto da saída para discutir o que fariam. Janine estava ansiosa para visitar o museu enquanto Yellow queria dar uma passada pelo campo florido. Para ela parecia ser uma ideia interessante o movimento colaborativo dos próprios moradores para manter aquele local.

Porém Red estava quieto. Nos últimos dias ele vinha tentando provar para si mesmo e para seus Pokémon suas competências como treinador. Pikachu e Rattata estavam mais solícitos, mas Mankey ainda não o obedecia e Weedle ainda era uma novata. As memórias de Gary o derrotando na Rota 22 ainda estavam claras na sua mente como se tivesse acontecido ontem. O seu rival falara sobre insígnias e ginásios. ali em Pewter existia um ginásio, então era a sua chance de finalmente enfrentar um oponente forte e provar ao Gary que ele era digno de carregar a Pokédex que o Professor Carvalho o encarregara. Que ele não era fraco e que Gary não era perfeito. Dessa vez ele não ia perder.

— A gente poderia ir ao ginásio? — pediu o garoto.
— O ginásio? — repetiu Janine — E o que vamos fazer no ginásio?
— Eu... — hesitou por alguns segundos. — Eu queria desafiar o líder...
— O líder?! — a ninja questionou surpresa. — Você sabia que existem líderes de ginásio que são mais fortes até do que eu?!

Red encarou a companheira reprovando sua atitude, mostrando que ela tinha que dar espaço para as outras pessoas do grupo, mas ela pareceu não perceber. Yellow levantou animada.

— Acho uma boa ideia! — disse enquanto revezava o olhar entre Red e Janine. — O Red não treina faz um tempo, né? Vai ser bom. A gente pode ir ao museu e ao jardim depois.

Janine respirou profundamente e deixou escapar um suspiro, então levantou e concordou com os companheiros. Juntos eles deixaram o Centro Pokémon rumo ao Ginásio de Pewter. Janine tomou a frente como guia, apesar de nunca ter estado em Pewter antes. Eles seguiram as indicações dadas no centro e as placas pelas cidades e identificaram o ginásio há algumas quadras de distância.

O local tinha uma estrutura simples, semelhante a um galpão construído por grandes pedras de calcário, cuidadosamente colocadas uma em cima da outra, ligadas pela argamassa que as seguravam firmes. As portas eram grandes placas de mármore com grandes puxadores de ouro. Ao lado do ginásio, havia um murado baixo feito também de calcário, mas dessa vez sem uma preocupação de perfeição devido à altura irregular.

O trio se aproximou do muro em um ponto em que o mesmo estava na altura de seus peitorais e observaram o que estava acontecendo. Dentro do perímetro do murado, duas pessoas conversavam. Eles eram muito parecidos entre si, porem a idade os diferenciava. O mais velho era bem mais alto e parecia estar na faixa dos 18 anos. Era visível que praticava bastantes exercícios pela musculatura dos seus braços, peitoral e abdômen, exposto devido à ausência de uma camisa. A pele morena brilhava contra a luz do sol devido ao suor. Ele usava uma calça cargo azul e um par de tênis vermelho. Seus olhos eram tão alongados que não era possível ver sua íris ao longe. Seus cabelos eram castanhos e escuros, e tão rebeldes que não se mantinham penteados, apontando para todas as direções e dando um ar descolado para o jovem, combinando com seu jeito forte.

O mais novo parecia ter 12 ou 13 anos. Ele tinha as feições e o cabelo parecidos com o parceiro, mas era magricelo. Trajava uma camisa verde clara com a estampa de um Geodude usando óculos escuros que dizia “Let’s Rock!”, e uma bermuda marrom, junto com um par de tênis vermelhos, que comprara junto com o outro que era o seu maior ídolo No dia da compra, ele dissera:

— Eu quero uma igual pra combinar com você!

O garoto mais novo parecia animado com alguma coisa. Janine pediu silêncio e o trio prestou atenção.

— Esse aqui é o Onix que o papai mandou do Túnel Rochoso — disse o mais velho mostrando uma PokéBola em sua mão. — Então hoje teremos uma lição, pequeno Geodude. Nem todo Pokémon vai te obedecer automaticamente, ao menos que ele te respeite. Não basta ter a PokéBola dele, tem que conseguir o respeito.
— Mas o Geodude sempre me obedeceu... — comentou o mais novo
— Cada treinador tem sua forma e cada relação entre treinador e Pokémon tem seu jeito de ser. Você conquistou o respeito do Geodude do seu jeito, apesar de ainda não compreender qual foi a forma que usou. Um dia você vai ser um ótimo treinador e vai entender isso.

Os olhos do garoto brilharam só de imaginar sendo treinador no futuro. Ele olhou para cima ao sentir o outro passar a mão na sua cabeça e sorriu animado com o que o mais velho havia lhe dito.

— Mas normalmente eu faço assim, irmãozinho!

O mais velho lançou a PokéBola para o meio do espaço vazio e da luz emanada por ela surgiu uma enorme cobra formada por várias rochas cinzentas de tamanhos variados, que iam diminuindo da cabeça para a cauda. Um único chifre centralizado, também composto do mesmo material se erguia do topo de sua cabeça. A criatura abriu a boca e rugiu feroz, fazendo com que Red e Yellow se abaixassem buscando proteção atrás do muro deixando apenas os olhos e o topo da cabeça expostos. O garoto de camisa verde deu um passo para trás, hesitando frente à criatura, mas seu irmão mais velho chamou a atenção do monstro colossal, que devia ter aproximadamente 8 metros de comprimento, desde o focinho até a ponta da cauda.

Ao ver o rapaz que havia lhe chamado, o Onix se ergueu em posição de bote e rugiu mais uma vez. O rapaz afastou as pernas e dobrou os joelhos. A grande cobra então atacou, mas o moreno pulou e se agarrou contra a testa da criatura, não sem sentir dor. Ele travou a mandíbula para segurar o grito de dor frente ao seu irmão mais novo e se pôs a escalar a cabeça do Pokémon.
— Woooho! É assim que se faz! — gritou Janine, chamando a atenção do garoto do lado de dentro do muro, fazendo Red e Yellow se preocuparem.

Onix fez uma curva para a esquerda enquanto elevava o seu crânio e repentinamente tornou a descer fazendo que o rapaz que o estava escalando o soltasse. Porém a cobra era maliciosa e investiu novamente contra o humano, mas este também era esperto, agarrando o chifre do Pokémon, puxando a parte superior do crânio para trás com ajuda da gravidade.

— Hi-Yo Silver! — gritou o moreno.

Red se surpreendeu e voltou a se levantar para assistir ao espetáculo. Onix se jogou contra o chão, mas o jovem se segurou no chifre para não ser levado pela inércia. O impacto contra o solo afetou o rapaz, que não suportou o impacto e caiu de costas na cabeça do Pokémon.

Antes de a cobra preparar o próximo movimento, o moreno se pôs de joelhos e localizo o canal auditivo da criatura.

— Calma, garoto... A gente é mais forte junto.

O Onix hesitou. Ele encarou o humano oponente antes de realizar o próximo ataque e percebeu que o ele havia sofrido tantos danos quanto o próprio Pokémon, afinal, sua mandíbula ainda doía e o humano era ágil o suficiente para esquivar de vários ataques. Ainda por cima, resistiu uma investida sua. Não era um humano qualquer. Ele abaixou sua cabeça para que o seu novo treinador pudesse descer de volta ao solo.

O treinador tirou do bolso da calça algumas lascas de pedra e deu para o Onix, que gentilmente as pegou e comeu.

— Muito bem, garoto — disse o rapaz acariciando o focinho do Onix antes de se virar para seu irmão mais novo — Forrest, pode pegar umas poções e um kit de primeiros-socorros? Eu me machuquei um pouco.
— Tudo bem, Brock!

O garoto entrou no ginásio por uma porta lateral feita de mármore que não havia sido percebida pelo trio. O outro rapaz se aproximou dos três que estavam assistindo, perdendo Forrest de vista

— E aí gente? Eu sou o Brock. O que os trazem ao ginásio de Pewter?

Red hesitou. Yellow discretamente segurou a sua mão enquanto Janine pôs a dela em suas costas. Ele engoliu em seco.

— Meu nome é Red e quero desafiar o líder do ginásio de Pewter.
— Oh, tudo bem então. Prazer, eu sou o líder do ginásio.

Red e Yellow se assustaram e arregalaram os olhos. Era o mesmo rapaz que eles acabaram de ver domando uma enorme criatura que seria o oponente do garoto. O líder do ginásio, que só pelo título impunha respeito, havia acabado de enfrentar um Onix, um Pokémon feito de rochas que devia pesar em sua totalidade mais de 150 quilos.

— Vocês podem entrar pela porta da frente. Vou esperar vocês na arena.

Red engoliu em seco mais uma vez. Ele estava ficando nervoso, mas não podia desistir agora. Yellow segurou sua mão mais forte e Janine falou algumas palavras animadoras, que pela primeira vez, realmente ajudaram o garoto, o que o deixaria surpreso se não estivesse concentrado na batalha que viria.

Eles empurraram a pesada porta de mármore e viram que estavam presentes apenas em uma sala da construção de rocha de calcário que formava o ginásio. Por dentro, mais paredes eram formadas da mesma rocha separando as câmaras do local.

Eles estavam na sala da arena, que recepcionava os visitantes e desafiantes. Um campo de batalhas com as medidas padrão da Liga Pokémon estava presente no centro do salão, seu solo era composto por cascalhos e pedregulhos. Já o piso do cômodo era trabalhado em quartzo, assim como as colunas que sustentavam o teto. Ao lado direito da entrada, uma arquibancada feita de alumínio com bancos plásticos para os espectadores. Lâmpadas simples pendiam do teto iluminando o local.

Do fundo, de onde podia ser visto a passagem para a outra sala, os dois irmãos adentraram. Agora Brock estava vestindo uma camiseta branca e folgada onde se lia “Pewter GYM” e tinha em sua bochecha um curativo, e o antebraço esquerdo enrolado por uma atadura. Ele pediu para seu irmão levar os espectadores até a plateia, onde Janine e Yellow sentaram-se na primeira fileira.

—Brock é o melhor líder de ginásio de Kanto, sabiam? — comentou o rapaz para as garotas.

Janine cruzou os braços e bufou.

— Eu conheço melhores.

Forrest a encarou erguendo uma sobrancelha, dando um sorriso sarcástico.

— Haha, eu duvido!

Em silêncio, Yellow concordava com Forrest, se perguntando o que poderia ser mais forte que domar um Onix com as próprias mãos.

— Então Red, seja bem-vindo ao ginásio de Pewter. Para levar a insígnia desse ginásio, a regra é bem simples: Cada um de nós pode usar dois Pokémon, sendo permitido trocá-los a qualquer momento. Quem nocautear os dois Pokémon do oponente primeiro, ganha. Beleza pra você?

Red refletiu sobre as regras antes de responder e hesitou por um instante, lembrando em seguida que ele não se tornaria forte se continuasse com dúvidas. Ele provaria para si mesmo que poderia ter controle sobre qualquer situação.

— Certo.
— Bem, então podemos começar.

Brock lançou sua PokéBola para o campo de batalhas fazendo com que dela emanasse uma luz que trouxe para fora um pequeno ser rochoso. Todo o seu corpo era constituído apenas de sua cabeça e dois braços feitos de minério. Red sacou a Pokédex que identificou a criatura como Geodude: o Pokémon rocha, conhecido por ser confundido com rochas nas montanhas e, portanto, sendo motivo de tropeço aos andarilhos.


O garoto então sacou sua PokéBola e a jogou no campo, imitando o líder do ginásio.

Quando o brilho se extinguiu foi revelado que Rattata havia sido escolhido. O rato roxo observou ao redor e viu seu treinador atrás com um olhar sério e então entendeu que iria se iniciar uma batalha. Brock pediu para que seu irmão mais novo desse início ao desafio.

— Está para começar o desafio do treinador Red, da cidade de Pallet, pela insígnia do ginásio de Pewter, defendida pelo líder Brock — narrou o garoto empolgado. — Comecem... Já!
— Rock Throw! — ordenou o líder sem perder tempo.
— Quick Attack! — pediu Red logo em seguida.

A diferença de tempo não foi importante já que Rattata era mais rápido que Geodude, correndo pelo campo de batalha atingindo o rosto do oponente com sua testa, mas a rocha viva pareceu não sentir muito impacto e logo catou um pedregulho e jogou contra o roedor, que foi arremessado junto com a pedra para o meio do campo. Red gritou preocupado com o seu Pokémon, mas o pequeno logo se levantou e se pôs em posição de batalha, mas seu oponente já estava investindo com um Tackle, que novamente jogou o rato para longe.

Red ordenou mais um Quick Attack e seu Pokémon se levantou e disparou rumo ao alvo, mas bem a tempo do impacto, Geodude conseguiu realizar o Defense Curl que seu treinador ordenara. O pequeno rochedo senciente cruzou os braços formando um ‘xis’ em frente ao seu rosto e o rato colidiu com força contra ele, tendo novamente um impacto pífio contra o oponente.

Brock sorria diante a performance de seu Pokémon, porém Red já estava ficando nervoso. Rattata praticamente não causava danos contra Geodude. Ele se concentrou e observou seu oponente.

A rocha viva novamente pôs as mãos em ‘xis’ frente ao rosto e gritou, como se estivesse desafiando o roedor. Rattata não temeu e partiu rapidamente com seu Quick Attack, que dessa vez conseguiu empurrar o Geodude alguns centímetros para trás fazendo-o rolar.

— Focus Energy... — riu Brock — É bom, mas não vai ajudar seu Rattata.

O Pokémon do líder voltou a ficar na vertical e tirou um pedregulho no chão, arremessando no roedor purpura. O pequeno desviou contra-atacando com um Quick Attack novamente, mas dessa vez o dano tinha voltado a ser pequeno. Geodude então aproveitou a proximidade e retirou um pedaço do solo debaixo do inimigo, arremessando a rocha por baixo do corpo do Rattata, atingindo seu abdômen, e fazendo que o pequeno rato fosse jogado para a direção de Brock, nocauteado.

Red cerrou os dentes. Ele podia ter ganhado de algumas crianças que caçavam insetos na Floresta de Viridian, mas aquele era o mesmo gosto amargo que ele havia sentido contra Gary, talvez pior. Rattata não conseguira dar tanto dano naquela pedra como havia causado contra o Pidgey, mesmo estando mais forte agora.

O garoto retornou seu Pokémon para a PokéBola segurando a frustração com toda a força que ele podia. Ele queria gritar naquele momento, mas não podia. O líder do ginásio e seu irmão estavam ali. Janine estava ali e com certeza faria piada com ele. Yellow estava ali e ele precisava que se mostrar capaz de manter-se firme frente a ela.

E ele só podia usar mais um Pokémon, Weedle, Mankey ou Pikachu. A escolha não era tão difícil. Weedle tinha sido recém-capturada, estava fora de questão. Mankey era forte, porém não obedecia a comandos.

Pegando uma nova PokéBola na mochila, ele a arremessou no meio do campo. O brilho veio à tona por alguns segundos e trouxe ao ginásio o roedor elétrico que Red confiava: Pikachu.

— EU NÃO ACREDITO! — gritou Janine, indignada.
— Não interrompa a batalha — pediu Forrest.
— Que mané interromper! Ele é burro, só pode!

No campo, Brock riu com o canto da boca e observou Pikachu. Red fechou as mãos, nervoso com a reação de Janine, afinal Pikachu era o seu Pokémon mais experiente. O que ele fez de errado?

O roedor observou a situação em que se encontrava. Ele encarou Geodude por alguns segundos que retribuiu o olhar com uma risada maliciosa. Pikachu olhou para seu treinador, incrédulo com a situação.

— Eu sabia que você era um treinador novato e tiver certeza ao ver você trazer seu Pikachu para uma batalha contra o meu Geodude. Já ouviu falar em vantagens e fraquezas de tipos?

— Não... — respondeu Red, hesitante. — Mas não interessa agora! Pikachu, Thunder Shock!

Pikachu encarou Red e por alguns segundos não reagiu. Ao invés disso, se pôs sobre as quatro patas e correu em direção ao inimigo, atacando com a cauda. Geodude ficou surpreso com o ataque inesperado e abriu a guarda.

— Claro que importa — continuou o líder. — As vantagens e fraquezas determinam os golpes que funcionam melhor contra outros Pokémon. Até seu Pikachu sabe que golpes elétricos como Thunder Shock não funcionam contra o Geodude, que além de ser do tipo Rocha, é do tipo Terrestre, que é imune aos golpes elétricos. Acho que o Tail Whip foi uma estratégia bem melhor. Tem certeza que você é o treinador da história?

Red estremeceu. Ele lembrou como Pikachu também havia tomado a frente na luta contra Gary. Apesar de eles terem feito um trato de se ajudarem, ele ainda deixava o Pokémon assumir toda a responsabilidade das lutas ao invés de agirem juntos. Ele precisava fazer sua parte também. Sacou a Pokédex e viu o que o movimento Tail Whip abaixava a defesa do oponente. Ele não sabia que Pikachu podia usar esse movimento e talvez pudesse ser útil com o novo ataque que ele havia aprendido enquanto lutavam contra os treinadores de insetos na Floresta de Viridian.

— Eu sou o treinador aqui! — respondeu o garoto, furioso. — Pikachu, Quick Attack!

Geodude tentou reagir ao ataque do roedor, mas Pikachu foi mais rápido, e numa investida, respondeu ao seu treinador atingindo o rosto pedregoso do seu inimigo com uma cabeçada, fazendo-o rolar alguns centímetros para trás e gritar em reclamação.

Brock respirou fundo e encarou Pikachu, que olhava satisfeito para Geodude.

— Garoto... — disse o líder colocando a mão direita na testa, cansado, enquanto a mão esquerda buscava algo no bolso da calça. — Vou te dar logo essa lição. Golpes do tipo Normal como Quick Attack não são muito efetivos também. E mesmo que você continue usando o Tail Whip, meu Geodude vai continuar usando Defense Curl para aumentar a defesa. Seus Pokémon não são habilidosos o bastante para combater meus Pokémon de pedra.

Brock pegou uma PokéBola do seu bolso e retornou Geodude.

— Você ainda é incapaz de conquistar minha insígnia, garoto. Declaro encerrada a batalha. Continuar essa luta só vai trazer dor para o Pikachu e mais humilhação para você.

Pikachu ergueu-se sob as duas patas traseiras e chiou. Faíscas saíram de suas bochechas e ele fechou os punhos das patas dianteiras. Red o encarou e percebeu Janine e Yellow olhando-os preocupadas da plateia.

O garoto cerrou seus punhos e fechou seus olhos por um momento. Não foi para isso que ele foi até aquele ginásio. Ele foi até ali para provar que ele era forte e não para perder. Ele precisava daquela insígnia para mostrar que ele era tão forte quanto Gary.

Em meio aos pensamentos confusos, Red abriu os olhos e viu Pikachu à sua frente, na mesma pose, ainda com as faíscas saindo de suas bochechas.

— NÃO! A gente pode vencer! — Pikachu o encarava surpreso — Eu sei que eu estou viajando há pouco tempo e que eu estou um pouco confuso desde que eu saí de casa... Mas eu conheci tanta gente legal e doida, tanto Pokémon bonzinho e que quer me matar... Eu ainda não conheço tudo, mas... EU NÃO POSSO DESISTIR! — gritou o garoto.

Pikachu encarou Red e olhou em seguida para Brock, colocando-se em posição de luta. As faíscas em suas bochechas se intensificaram.

— Isso é tudo muito bonito, garoto... — Brock pôs novamente a mão no bolso retirando uma PokéBola e a jogou no campo. O brilho dessa vez tomou conta de toda a sala, fazendo o garoto e seu Pikachu fecharem os olhos por não aguentarem a intensidade. Uma enorme cobra feita de rochas maciças tomou conta do local, a mesma que Red havia visto sendo domada no espaço externo. — Mas sem conhecimento, o seu poder da amizade não é efetivo.

Utilizando do golpe Rage, Onix usou a ponta de sua cauda para dar um golpe em Pikachu. O impacto levantou poeira dos cascalhos, fazendo Red notar que o roedor havia sido parcialmente enterrado vivo debaixo dos escombros.

— Tail Whip! — exclamou Red em desespero.

Não deu tempo de Pikachu se libertar da grande quantidade de pedra e areia que o prendia no solo. A enorme serpente rochosa atacou novamente com uma cabeçada colossal, fazendo Pikachu chiar de dor.

Yellow se encolheu com empatia e fechou os olhos. Janine abaixou a cabeça. Red simplesmente gritou. Novamente o impacto levantou uma densa poeira.

Quando a poeira abaixou, todos viram Onix ao lado de Brock, pedindo carinho e comida. O líder acariciou o focinho de seu Pokémon enquanto Red olhava para o centro do campo. Lá estava Pikachu, ainda preso pela parte de baixo de sua cintura, enterrado no solo, completamente nocauteado. Todo o seu corpo apresentava arranhões. O garoto pegou a PokéBola em sua mochila e retornou seu companheiro.

— Eu disse que meu irmão era forte. — comentou Forrest novamente para Janine.
— Isso não é hora. — respondeu a garota de forma ríspida, levantando com Yellow da arquibancada e correndo até Red.

As duas se posicionaram ao lado do companheiro que encarava o líder do ginásio sem reação.

— Red, vamos ao Centro Pokémon. Eles podem dar um jeito no Pikachu — disse Yellow.
— É. E depois ir ao museu para esquecer tudo isso — sugeriu Janine.

Red caiu de joelhos, ainda encarando Brock. As lagrimas não puderam ser mais contidas e escorriam contornando seu rosto. Ele então gritou liberando o que estava preso na sua garganta há dias.

— POR QUÊ?!
— Não sou eu quem tem que te responder isso, garoto, é você mesmo. Eu só estou aqui para te ensinar a lutar e te testar. Volte quando estiver menos confuso e souber lidar com o tipo Pedra.

Brock deu as costas para o trio e se dirigiu para a câmara dos fundos do ginásio. Forrest, correndo, seguiu seu irmão, como se nada tivesse acontecido. Red não era o primeiro e nem seria o último desafiante que Brock colocaria para chorar.

E o garoto permanecera ali ajoelhado, chorando e confuso. Com a mente enevoada, perdido em pensamentos, nem suas companheiras, nem sua mãe, nem um dos maiores pesquisadores do mundo e muito menos um líder de ginásio poderiam lhe ajudar naquele momento.




1Nota: Mouseio é a palavra grega da qual origina a palavra “Museu”.



  

{ 19 comments... read them below or Comment }

  1. Man, gostei muito do capítulo, mas sou bem hater com trainer burro. E o Red supera qualquer trainer burro que eu já tenha visto. Sério. Eu fiquei coisado com ele agora. Tomar sal.

    Mas bem, tivemos aqui um pouco de desenvolvimento Red X Yellow e tivemos um desenvolvimento também muito importante pra história em geral, que é o momento em que o Red percebe que se quiser continuar ele vai precisar.

    Mano, eu nem tenho muito o que comentar hoje. Espero ansioso pelo próximo capítulo, e até depois!

    Ps: Amei o título.

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    1. YO SIR! (Perfil de Blogger agora <3)
      ASUHASUHASUHASUH Red vai ter que comer Arroz com feijão junto com esse sal aí. Dá pra perceber que não foi só você que julgou ele, pelo modo que a Janine reagiu.

      Red e Yellow estão se tornando mais próximos finalmente. Algo além de protetor e protegida. E sim! Red finalmente percebeu que ele precisa não só ser forte, mas aprender coisas ao longo da jornada!
      O titulo ficou daora né?! Esse foi por conta do Dento.

      Smell ya latter, Lorde Naponicocenso.

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    2. *... ele vai precisar estudar mais do que de friendship power. Sorry, não saiu completo.

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  2. Declaro o Red oficialmente ownado em sua primeira batalha de ginásio. Parabéns, garoto. Não se desespere, porque daqui a pouco piora.

    Não esperava menos do Brock. Um pouco frio, é verdade, mas uma atuação de expert, como o cargo assim exige. E é bom esse Forrest folgadão não ficar tirando tanta onda, porque um dia ele pode acabar apanhando pra um especialista do tipo pedra quando for a vez dele de sair em jornada (cof, Argenta, cof)

    A estadia em Pewter se estenderá por mais um tempo. Imagino que o Red vai ter que se preparar muito mais para poder batalhar de igual pra igual contra o Brock. Mas quando a gente olha o estado atual do garoto... Bem, isso vai demorar. Até porque ele mostrou que é habilidoso na Floresta de Viridian, mas falta conhecimento em batalha e, principalmente, estabilidade emocional. Haja trabalho.

    Devo dizer também que estou surpreso com o Professor Carvalho por aceitar com tanta facilidade ceder uma licença de treinadora à Yellow com dados falsos. Janine ainda deu o sobrenome da família dela pra ser usado no documento. Do jeito que ela agiu quando o Carvalho reconheceu a linhagem dela, Koga deve ser um cara bem difícil de lidar. Imagina quando ele descobrir essa bagunça que eles estão fazendo aí.

    Excelente capítulo, Killer!

    Até a próxima! õ/

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    1. Pobre coitado aushaushauhsauhsauhhs

      Eu simplesmente amei escrever o Brock. Ele ainda é jovem, mas completamente apto ao cargo. Acho que ninguém em Pewter poderia fazer melhor esse papel. E tadinho do Forrest, ele ainda é só uma criança fofa, e não um adolescente maldito que merece perecer sem nenhum de seus Pokémon por conta de seus malditos atos de traição.

      Eu gostei muito de Pewter. Estudei bastante sobre pedras e construções. Então sim. Vamos ficar mais um pouco. Até porque a Janine quer dar uma passada pelo museu. E como você disse, Red é habilidoso, mas falta preparo e estabilidade emocional.

      Bom, o professor carvalho conhecia a família do Red, e negar o pedido depois de ouvir o nome da família da Janine... Tava meio hard aushaushauhsuahhsuahhs Koga ainda tem muito a mostrar.

      Valeu Shadowlino! Smell you latter!

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  3. Nossa mano, Red sou eu na vida. Só leva tromba.
    Capítulo incrível cara, muito bem construído e conseguiu tornar até as situações banais como a "preparação pra dormir" interessante com o relacionamento do trio, apesar de terem personalidades muito diferente a química entre os três é bem visível e boa de ler.
    Mano do céu, como que o Red não conhece as vantagens e desvantagens, que otário! Quando o Red soltou o Pikachu e ele viu o Onix imaginei muito aquele meme da kra do Pikachu spoakdpoakdo tadinho mano.
    Já espero o Mankey e o Pikachu fazer o chicote estalar.
    Quanto ao Brock, achei um personagem bem daqueles "professores durões" que é bem rígido, mas só quer mostrar a realidade pro cara. Muito bom mesmo, combinou perfeitamente com o personagem.
    Já estou na espera do próximo, RED VAI BOTAR BROCK P CHORAR!

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    1. Nada de novo na jornada do Red aushaushauhus
      Valeu Saiko!
      Eu percebi que boa parte do capítulo foi só deles conversando e ficando no centro, mas eu não queria tirar, porque eu achei que estava realmente muito legal.
      Se você voltar lá no inicio você vai ver que o Red só estudava o suficiente pra passar de ano, ele não ligava pra aprender aushaushaushauhs
      E SIM! COITADO O PIKACHU! O PRÓPRIO POKÉMON RECONHECEU SUA SITUAÇÃO!
      Eu adorei escrever o Brock! Achei que combinou muito bem! E espero que ele tenha te inspirado a fazer algo ( ͡° ͜ʖ ͡°)
      Red colocar alguém para chorar? Será? CONTINUA, NO PRÓXIMO EPISÓDIO!

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  4. Opa

    Excelente capítulo.
    Gostei muito da interação dos protagonistas. Teve um pequeno mistério sobre a Janine ali no meio, mas nada muito concreto, é esperar para ver mais sobre ela.
    Yellow muito adorável. "Eu preciso proteger esse sorriso!".
    Red levou uma surra de cobra dura. Quem precisa de autoestima, não é mesmo?
    O importante é que demos o melhor de si, jogamo com garra e agora é treinar o Mankey pra buscar os três pontos no próximo jogo.
    Forrest pouco fanboy.
    No geral eu gostei pacas e espero ansioso o próximo capítulo.

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    1. E aí Alefu?!

      Momento Kanto Interação com força aqui!
      Janine dando as caras aos poucos para os leitores, o que será que vai aparecer?
      Yellow É adorável!!!
      Auto estima e Red na mesma frase só se tiver um "não tem" junto kkkkkkk
      Forrest nem é fanboy kkkkkkkk
      Opa, quem será que vem para a revanche???

      Proximo capítulo vai demorar kkkkkk

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  5. Cara, antes de mais nada, eu amei esse título kkk É tão espontâneo e meio irônico com todas as (des)venturas que o Red continua vivenciando. Esse capítulo inteiro manteve o nível elevado, obrigado por estrear Pewter com o pé direito! Continuo adorando suas cenas do cotidiano, a forma como seus personagens vão interagindo entre si, ainda meio tímidos com a convivência, mas com momentos fofos e divertidos de sobra kkkk Foi muito gentil por parte da Janine oferecer o sobrenome para a Yellow poder se registrar (será que isso ainda vai desencadear algo maior num futuro distante?), e a cena deles no quartinho foi ótima, a ilustração do cabelo combinou tão bem! Esses cuidados básicos são sempre legais de se lembrar, como o Red indo verificar se havia algum resquício do veneno.

    E veja só quem deu as caras! Mesmo que eu tenha visto antes na fanart do Chinatsu, foi ótimo ver o Forrest novinho na região berço da Aliança. É engraçado pensar como ele sempre foi um baita fã do irmão, chegando a beirar um nível de chatice que todos temos um pouco quando crianças. Acho que quando ele finalmente ver o Brock perder, isso vai afetá-lo de certa forma. É tipo saber que nossos pais, familiares ou ídolos não são invencíveis kkk Tanto que vemos em Johto um Forrest mais maduro, acanhado, onde suas derrotas o abalam demais. Está sendo interessante acompanhar essa evolução.

    Falando da batalha em si, o Brock nos deu um verdadeiro show peitando o Onix de frente, eu curto também quando a batalha tem um desenvolvimento antes, nada de chegar e já partir para a pancadaria. Gostei também quando ele mencionou o fato de ser preciso ganhar o respeito dos Pokémon, me fez pensar no Mankey. O Brock parar a batalha diante da inexperiência dele foi um verdadeiro tapão na cara, e merecido. É quase como o Let's Go: se não aparecer aqui com um Pokémon grass ou water, nem tenta kk E na real, ver o Red apanhando continua sendo muito legal. É algo que venho comentando, na nossa timeline isso é o começo de tudo, como se as jornadas Pokémon pelo mundo ainda fossem coisa rara e não houvesse ninguém em que se basear. Não precisamos de um protagonista que ganhe tudo para passar a mensagem de que ele é bom, por mais óbvio que a ideia de vantagens e desvantagens seja para nós que já jogamos desde os anos 2000, imagina para alguém que nunca viu nada desse mundo. Deixa o cara aprender no tempo dele, coitado kkkkk

    Eu espero que o Red não volte aqui no próximo capítulo e com meia horinha de treino e muito Poder da Amizade já leve essa insígnia para casa kkkkkk Tem muita coisa que ele precisa aprender, muita, e não só sobre batalhas. Há um dado momento nas fics da Aliança que o personagem recebe um choque de realidade que o coloca de volta nos trilhos, depois de tantas derrotas seguidas sinto que a hora do Red não está tão distante haha Como sempre, estou curtindo demais o resultado dos seus capítulos! É Kanto tomando forma, continue se empenhando que estaremos aqui para prestigiar. Grande abraço!

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    1. Quando eu tava comentando no discord o tamanho do capitulo, algumas pessoas sugeriram dividir em dois, mas então eu revelei que eles só tinham dormido, acordado e tomado café até essa altura do capitulo e eles riram e me disseram para tirar. Mas sinceramente, eu achei tão boa e viva a interação do trio que eu não tirei, inclusive, pretendo continuar incluindo cenas assim kkkkkkkkkk

      Eu estava receoso com o Forrest. Achei que o Dento fosse modificar pra caramba quando revisasse, mas acabou que ficou do jeitinho que deixei. Acho que acertei o tom que o Dento imaginava de admiração pelo Brock. Eu tentei recriar eu e meus amigos nos anos 2000 e como ficávamos defendendo nossos ídolos KKKKKKKK

      O Brock sempre foi o meu personagem favorito no anime quando eu era criança, e nos jogos o meu GYM leader favorito. Quando eu li o mangá eu adorei como fizeram ele, mas achei pouco trabalhado. Eu queria fazer algo especial com ele. Dar o primeiro tapa de realidade no Red eu acho que vai ser especial o suficiente aushauushaushasush

      Bom, acho que já deu pra perceber com a mensagem do Brock que Poder da Amizade é uma coisa que tá em falta aqui em Kanto. Acho que temos que esperar para ver como o Red vai superar essa.

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  6. Yo Menino Kill
    Tudo bom contigo?

    Gostei muito desse capítulo,mais uma vez o Red nos mostra que ele não sabe droga nenhuma da vida,como ele tá vivo até hoje?Fraquezas e Resistências é o básico de batalhas e ele não sabe nem isso.

    Esse comecinho no centro pokemon foi muito bom, adoro essas interações cotidianas dos personagens,teve essa cena fofinha de Red e Yellow,e até a Janine percebeu que o Shipp Rellow é real huashuahsuahshuas

    A Janine é uma personagem muito divertida,mas ela parece querer esconder de seus amiguinhos sobre seu pai,mas uma hora vão descobrir isso aí :v

    E o Brock é brabo demais,maluco domou um Onix na mão,isso sim é um líder de respeito,se bobear ele mesmo descia a porrada nesses mons do Red.

    Teve o Forrestinho,tá todo animado vendo o Red apanhar,mas o mundo dá voltas e um dia ele que vai levar uma surra,e já que teve uma confirmação de idade dele sabemos oficialmente que AeJ são 3 ou 4 anos depois de AeK,mais informações pra Lendária Timeline Perdida.

    E teve a batalha,o Red só decepciona,não sei como ainda me surpreendi com ele,ele não sabe de nada,fica usando ataque normal em pokemon de pedra,o Brock ainda foi legal em parar a batalha,mas em vez de só aceitar ele manda o Pikachu pra ser espancado,TEM QUE ACABAR O RED

    Acho que é isto
    See ya

    Ps:Minha previsão é que o Red vai seguir o exemplo do Brock mostrando como domar um mon e vai sair no soco com o Mankey e mostrar quem é que manda,ou o Mankey vai obedecer ele,ou o Red vai morrer,a segunda é mais provável.

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    1. Yo! Então, essa é a história do Red, desde o começo, não é mesmo? AUSHAUHSAUHSUAHSAUHSAUHS

      Quando o capitulo ainda estava sendo escrito, eu comentava que "metade do capitulo são eles conversando antes de dormir" e VÁRIAS pessoas comentavam pra eu cortar. Estou amando em como agora tem VÁRIAS pessoas que como eu amou essa parte. Eu descobri que adoro escrever esses mini-"slice of life" em AeK

      Mano, eu AMO o Brock, acho que ele é meu GYM Leader favorito em Kanto. Ele tinha que impor respeito e mostrar pra que os GYM Leaders existem logo de cara! Ele mostrou pra que veio!

      Eu adorei o Forrestinho! Tava com medo de deixar algo meio fora do personagem, mas o Dento nem mexeu! Fiquei mt feliz que vocês também gostaram, e opa! Caçando pistas por aqui? hehe

      MANO, BROCK DANDO UMA DE PROFESSOR AQUI NÉ? UAHSUAHSUHASUHASUHASS Sempre mostrando um pouco de mim nos personagens KKKKKKK

      Adorei suas predicts. Vamos ver qual tá certa (Dica: a segunda)

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  7. Oi Kill! Finalmente li seu capítulo. Gostei muito da descrição de apresentação de Pewter e dos diálogos iniciais. A Janine é uma personagem ótima e bem divertida, embora eu concorde com o Red que as vezes ela seja um tiquinho irritante.
    Você tem um jeito muito especial e natural de narrar cenas do cotidiano, o que me agrada muito. Além de construir personalidade nos faz ter empatia pelos personagens.
    Fico imaginando como o professor carvalho aceitou essa falsidade ideologia e a treta que isso ainda vai dar pra ele e pra Janine.
    Adorei a cena do Brock com o Ônis, foi algo muito natural de se imaginar e ficou bem a cara dele. É muito legal ver essa personalidade ainda infantil do Forrest que ainda vê o Brock como o melhor treinador do mundo.
    Manoo, o Red e mto burrooooo. Socorro! Nunca pensei que ele nem soubesse nada de vantagens e desvantagens de tipo. Fiquei com dó do coitado, mas imaginei que isso fosse acontecer. Afinal, por mais habilidoso que ele pudesse ser, ir a uma batalha de ginásio com pouco conhecimento, três pokemons com desvantagem e um desobediente é pedir pra peder. Espero que da próxima ele leve mais do que o poder da amizade para mostrar seu valor.
    No fim ele mereceu a surra por ter deixado o pobre Pikachu para ser espancado pelo Ônis. Achei o Brock até gentil com ele. Se eu fosse líder de ginásio e um treinador aparecesse com esses pokes e sem nenhuma estratégia por trás eu ia ficar pistola.
    Um comentário extra: eu gosto muito do Rattata do Red. Ele é forte e corajoso, além de ser muito fiel. Aposto que esse pequenininho ainda vai se mostrar de grande importância na equipe dele.
    Acho que é isso. Até a próxima Kill! Abraços!

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    1. JANINE MELHOR PERSONAGEM DESTE TRIO! NINJA WAY OF LIFE NIN NIN!

      NHOW! Obrigado Carols! Eu realmente tô adorando esses mini-"Slice of Life" no inicio dos capítulos, tão se tornando mais frequentes até e eu acho que as vezes constrói mais a relação entre os personagens do que as lutas.

      ESSE BROCK COM ESSE ONIX, EU TAVA PENSANDO EM FAZER DESDE UMA CERTA CENA EM AEJ, E MDS, EU GOSTEI TANTO QUE VOCÊS TAMBÉM GOSTARAM COMO EU E O DENTO! Ficou muito a cara do Brock, não é?! E o Forrest sonhador, como a gente imagina nossos pais/irmãos mais velhos sendo perfeitos quando somos mais novos... Gostei muito do resultado!

      Red mais burro que uma porta! Ele tem muito que avançar até o final da fanfic, o que significa que ainda temos muita fanfic pra ler (No meu caso, escrever). Temos muito a desenvolver.
      E Rattatas são ótimos pokémon, pergunte ao Joey.
      SMELL YA LATTER!

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  8. Que capítulo espetacular e cheio de acontecimentos!!!

    Primeiramente, temos a chegada do nosso trio protagonista a Pewter. Continuamos com... o Professor Carvalho a fazer ilegalidades, uma novidade! Mas foi interessante ver Janine oferecendo seu sobrenome para Yellow, que nem sabe a quem pertence. Cheira-me a Koga... será que isso vai ter algum impacto no futuro?

    Depois, temos aquelas cenas mais normais mas ainda interessantes entre os protagonistas. Eu gosto dessas descrições e detalhes mais "comuns", que colocam os treinadores num mundo um pouco mais real do que o mundo Pokémon em que vivem. Aqui, realço a cena amorosa em que Red ajuda Yellow a limpar o seu cabelo e que é acompanhado por aquele desenho mega fofo! E a cena em que Red foi fazer exames para checkar o veneno foi interessante também! Killer gosta de detalhes e eu admiro muito isso!

    Por último, mas não menos importante, tempos o combate contra Brock. A sua introdução foi bem interessante e épica! Um dominador de Onix, ao vivo e a cores! Achei muito fixe a aparição de Forrest aqui! Que lindo! A sua história estava começando, mal ele sabia o que Dento iria fazer com ele lá por Johto... ai ai
    Enfim, o combate foi, honestamente, aquilo que eu esperava. É óbvio que Red não está preparado para enfrente, muito menos vencer um lider de ginásio como Brock! EU confesso que senti vergonha alheia quando ele colou Pikachu em combate... aiiiiii
    Mas faz parte da aventura e nem teria piada ele chegar e vencer logo tudo assim do pé para a mão. Mas ele ainda tem muito caminho pela frente! E muito treino e aprendizagem... seria interessante ver Janine ajudando-o com isso!

    Agora que estou atualizado por estes lados, continuarei no aguardo de novos capítulos! Bom trabalho Killer!

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    1. Oras, o Professor ajudaria seu ajudante, não? rsrs

      O que será que o Koga faria quando descobrir que seu sobrenome tá por aí numa garota estranha que dormia no meio da rua? OPA!

      MEU DEUS! SIM! O SLICE OF LIFE DE KANTO É REAL! Eu nem esperava por isso, mas só foi e aconteceu. Quando eu vi, tomou quase metade do capitulo e eu só AMEI! Aquele desenho o Dento me mandou desde que eu escrevi o Cap 1 e a gente guarda desde então. A cena foi escrita só para encaixar O DESENHO aushaushaushuash.

      BROCK É MEU GYM LEADER FAVORITO DE KANTO! EU TINHA QUE DEIXAR ELE MUITO BAD ASS, mas sem parecer malvado. Só um cara experiente, que ensinasse uma lição aos desafiantes. UM CARA DURÃO, sabe?! Agora tenho que manter o nível dos próximos Líderes alto também!

      Há muito tempo eu pensei nele usar o Pikachu e a Janine sentir a vergonha alheia da plateia AUSHAUSHAUSHUASH Acho que foi o que todos nós sentimos. Afinal, como nós, ela é quem mais tem experiencia em batalhas! ASUHASUHAUSH

      Tentarei escrever mais, companheiro! Aguarde mais um pouco! Por favor!

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  9. Caraca mano que vergunha, eu fico la no discord pedindo cap e aqui tem um cap novinho em folha só me camperando ._.

    Mas chega de desculpa, este comentário é para falar o que eu achei do cap e é isso que eu vou fazer :D

    Para começo de conversa eu gostei muito do começo descontraido e do final na batalha contra o Brock, mas a conexão entre os dois me deixou meio perdido, não é que estava ruim, você escreveu bem, mas eu senti que estava longa a leitura, como se fosse duas tramas no mesmo capítulo, talvez seja só mais meu gosto por capítulos pequenos mas vai saber.

    Bem sem mais mencionar esse detalhe que eu não gostei, bora agora focar no lado positivo do caliptu, primeiro sobre a parte 1, muito interessante a exploração de mundo na parte da yellow ter de ter uma identificação e não apenas aceitar que ela pode andar por ai a vontade, mas vou falar que senti falta de revelar o sobrenome da melhor personagem da fic... Nada muito compremetedor, mas não gosto de ser desprovido de informação :( A parte da Yelled (yellow + Red) foi muito fofa, quero ver mais desses dois juntos S2

    Agora sobre o que eu chamo de parte 2, quando o grupo chega ao ginasio, esse inicio da apresentação do brock foi deveras intrigante, muito bom ver um treinador experiente com seu pokémon ^^ e esse Forrest é muito puxa saco lol, mesmo assim gostei dele, quero que vire protagonista! (Hey anangeom, ele é em AeJ, hum... vdd esqueci disso) Então deixe o Forrest em paz kkkk Adoro ver protagonista perder, mostra que ele ainda pode crescer e esse final da derrota ficou muito bom, mas eu teria acabado direto na derrota, provavelmente logo apos o retorno do pikalu para a bolota e deixado o dialogo pos derrota para o capitulo seguinte, dando uma leve retomada a este no próximo.

    Mas fora os pequenos pontos que eu faria diferente, o capitulo estava muito legal e espero ver mais logo, ve se não fica culpando a facu e volta a postar logo. Ansioso para ver mais até logo sir Kill

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    1. Bem, agora você pode pedir capitulo novo kkkkkkk

      Hmm, entendo o que você quis dizer. Eu propositalmente quis deixar meio slice of life e meio batalha, mas eu realmente podia ter deixado uma conexão melhor.

      Ah, mas o sobrenome da Janine já foi revelado de forma sutil, só os fortes perceberam. E ele vai ser revelado logo mais, afinal, os melhores sempre guardam segredos!
      Red e Yellow tá sendo muito shippavel/shippado né? AUSHAUHSUAHSUSHA QUEREM MAIS CENAS DELES?! AGUARDEM (mais)

      Brock e Forrest foi muito S2, o Forrest é o tipico irmão mais novo puxa saco mesmo aushauhsuahsuahs

      Devo voltar a postar logo sim, estou escrevendo um especial, e depois o cap 7!

      Valeu pelas dicas cara!
      Smell ya latter!

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